Sem título
Meus pulmões retêm todo o ar que inspiro
Faço reservas para o dia no viveiro:
Faísca de rio.
Lá fora, rio caudaloso
Ar sangrando as narinas
Lucidez que desvela o Risco.
Meus pulmões retêm todo o ar que podem
Fora d’água [peixe] o corpo é pouco
O mundo, demais.
Antonio Laranjeira
1 comentários:
Que bom que voltou. Muito lindo este, e devastador. Bjs.
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