REF. #09012006
Não quero viver
Encoberto por metáforas
Escavo com as unhas
A lama que escorre
Mostro o rosto em carne viva
os músculos contraídos...
Cada sulco esculpido
É meu corpo trôpego
Não quero viver
Fingindo essa poesia
Entre cacos de palavras
Que não passam de agonia
Antonio Laranjeira
4 comentários:
realmente você está de parabéns,
muito bom o blog.Eu ainda não conhecia mas todos os poemas são de raríssima qualidade.
Nossa , além de ser um grande professor de Teoria da Literatura és um grande poeta! Gostei do seu estilo principalmente por esquecer as pontuações. Deus abençõe e continue a ser um fingidor, pois um " poeta é um fingidor
finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
a dor que deveras sente"
Esqueci o nome do autor
Nossa , além de ser um grande professor de Teoria da Literatura és um grande poeta! Gostei do seu estilo principalmente por esquecer as pontuações. Deus abençõe e continue a ser um fingidor, pois um " poeta é um fingidor
finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
a dor que deveras sente"
Esqueci o nome do autor
É...dessa vez não posso negar que me arrepiei.
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